Como escolher a cortina ideal para a sala


A cortina é peça fundamental e indispensável na sala. Ela ajuda a deixar a decoração do ambiente mais bonita, mas a sua funcionalidade vai além da questão decorativa.

Na sala de estar ou jantar, a cortina se torna um componente funcional, de proteção térmica, controlando a temperatura e claridade incidente, proporcionando mais conforto no ambiente. E ainda é capaz de garantir a privacidade dos habitantes do imóvel, formando barreiras visuais entre o exterior e o interior. Porém, são muitas as opções existentes no mercado.

Saiba como escolher a cortina ideal para a sala

São muitos os tipos de cortinas que podem ser usados na sala. “Podem ser de tecidos, franzidos ou com pregas de diversos tipos, montadas em trilhos ou varões, como também com mecanismos de movimentos verticais de várias formas e modelos”, explica a arquiteta Neide Cirne. No entante, ela sugere que a cortina longa garante mais elegância e aconchego. “Esse tipo normalmente tem um bom caimento, emoldurando perfeitamente portas e janelas”, complementa.

Independente do modelo escolhido, é preciso ter cuidado na hora de instalar a cortina. “É muito importante que se acrescente pelo menos 15 a 20 centímetros a mais em cada lado das janelas ou portas em questão, para que cubra um pouco a mais da superfície e funcione perfeitamente sem deixar passar claridade ou incidência de calor ao ambiente”, afirma a arquiteta.

Quanto ao material, também existe no mercado uma infinidade de possibilidades, mas a escolha pode dar um ar mais contemporâneo ao ambiente. “As tendências das decorações direcionam para a utilização de costinas em tecidos, a exemplo do voil ou linho, que são visualmente leves, assim como persianas horizontais, que são sempre interessantes pela facilidade e praticidade de manejo”, diz Neide Cirne. Outra possibilidade para os dois tipos de cortinas, quando é preciso filtrar a incidência de luz e calor e proteger os móveis dos raios solares, é utilizar o blackout.

A escolha da cor também é um passo importante, já que o tom da cortina deve estar de acordo com o restante da decoração. E existe uma forma de fazer a escolha de forma mais segura. “As cores podem variar de acordo com os demais acessórios decorativos, no entanto as cores neutras e claras se adequam com mais facilidade a qualquer tipo de decoração, deixando o ambiente mais clean e suave”, esclarece a arquiteta.

Mas também é possível optar por cortinas coloridas, porém será preciso tomar mais cuidado para não errar. “Se quiser utilizar cores nas cortinas, é necessário haver bastante harmonia com os móveis, objetos e acessórios, para que não torne o ambiente pesado e sem harmonia. Também podem ser utilizadas cortinas estampadas com motivos geométricos, mas é necessário coloca-la dentro de um contexto bem dosado e apropriado aos demais moveis e utensílios”, acrescenta.

Outra questão que precisa ser levada em consideração é o preço, já que existem modelos e tipos para todos os bolsos. “A cortina não é um elemento da decoração muito barato, no entanto, dependendo do poder aquisitivo do proprietário, pode-se encontrar cortinas prontas a preços acessíveis. Quanto mais nobre o material e estilo da cortina mais caro será, mas tudo vai depender do tipo de ambientação a ser desenvolvida”, afirma a arquiteta.

Como o tipo, estilo e cor da cortina dependerá do restante da ambientação, cor ou revestimento das paredes, estilo dos móveis e os outros componentes da ambientação, é fundamental que ela seja o último acessório a ser escolhido na decoração. “Ela terá que compor com os demais elementos do ambiente, para exercer todas as funções. E só poderá ser colocada quando o ambiente estiver pronto, com todos os móveis e objetos nos seus devidos lugares”, conclui Neide Cirne.

 

 

 

Fonte: revista.zapimoveis.com.br