Resistentencia a Agua


Diga adeus aos problemas com umidade

Na Pisos Parana você encontra na marca Quick-Step os lançamentos das linhas Vision, Eligna Wide e Impressive que tem 100% resistentencia a água.

Portanto gracas ao seu revestimento resistente a água inovador "Hydroseal", as linhas diferenciadas da Quick-Step trazem em primeira mão os laminados a prova d`água. Em vista disso a marca reuniu o design, conforto e praticidade em um só piso.

Linhas com resistência a água

LINHA IMPRESSIVE

 

A linha impressive traz consigo a estética da madeira maciça com a textura das ranhuras e chanfros laterais e de topo.

A Quick-Step destacou em cada opção da impressive os detalhes e tecnologias singulares, transformando-a em algo único no mercado, trazendo para sua residencia um toque especial.

Com isso a tecnologia de acabamentos assegura uma combinação perfeita entre cor e a estrutura das réguas com as extremidades. Além disso, cada design tem seu acabamento único, adaptado as características da régua. Para um toque extra de autenticidade, as juntas apresentam leves fissuras.

 

LINHA VISION

Na linha Vision podemos encontrar o diferencial da régua mais comprida nas opcoes de laminados.

A linha também consiste em placas centrais de fibra de alta densidade (HDF) internamente fabricadas. Além disso, a camada superior dispõe da patenteada camada Scratch Guard da alta proteção, conferindo aos seus pisos o maior nível de proteção contra a queda de objetos, saltos altos pontiagudos e outros objetos afiados. Nem mesmo cigarros acesos que caem em seu piso tem nenhuma hipótese contra esta camada superior extremamente resistentes.

 

LINHA ELIGNA WIDE

 

A linha Eligna Wide dispõe da resistência contra salpicos, com o sistema uniclic da Quick-Step, diante disso não oferece apenas de uma placa base colada e resistente a água, mas também dispõe de excelente resistência a tração. Dessa maneira, a linha Eligna Wide esta protegida contra umidade da superfície.

 

Aproveite e coloque o que ha de melhor na sua casa!

Diferença Laminado e Vinílico


Diferença Laminado e Vinílico

Quer transformar a casa sem perder tempo, pode usar dois tipos de pisos: laminados ou vinílico. A colocação é rápida, são fáceis de limpar, e podem ser sobrepostos sobre outros pisos. Como escolher o revestimento ideal? A Pisos Paraná ajuda a escolher o piso ideal!

O piso vinílico é feito com cloreto de vinila, ou PVC. O material vem em placas, réguas ou mantas.

Já o laminado é composto por camadas de materiais derivados da madeira, como aglomerado e painel de madeira de alta densidade. A camada superior recebe uma estampa decorativa, impregnada com resina. O revestimento vem em réguas; pode ser instalado por encaixe ou cola sem cheiro.

 

Vantagens

O piso vinílico abafa ruídos de passos e ajuda a conservar a temperatura dos ambientes. Quase não mancha, e é antialérgico, há diversas opções de estampas.

O laminado é muito fácil de instalar, porque o contrapiso não precisa estar tão nivelado quanto no caso do vinílico e pode ser desmontado. Sua durabilidade é alta, varia de 10 a 20 anos dependendo da manutenção.

 

Pontos fracos

O vinílico risca se a abrasão for grande, também se desbota com o sol. O piso suporta água, mas não pode ser submerso. É bom evitá-lo em áreas externas e cômodos inundáveis, para esses ambientes temos revestimentos que se adequam melhor, como Laminado resistente á água.

Já o laminado propaga sons facilmente. Dica: instale feltro nos pés dos móveis, assim não terá problemas de riscar o piso.

 

 

Instalação

O vinílico funciona bem se estiver com um contrapiso seco, limpo e muito bem nivelado. A melhor maneira é aplicar uma massa niveladora, composta por cola e cimento, com essa mistura é possível aplicar o piso sobre superfícies não tão lisas, como cerâmica ou pedras polidas. Após, esse processo é colar ou encaixar o revestimento e esperar secar. Dica: nunca instale o vinílico sobre materiais que podem apodrecer, como madeira e laminado. Contrate um instalador experiente, capaz de avaliar o contrapiso e indicar correções.

O laminado recebe o mesmo processo, precisa de um contrapiso seco, limpo e nivelado, mas aceita variações de até 3 mm a cada 1,5 m de extensão. Por isso, pode cobrir pedra, concreto e cerâmica, desde que a superfície receba uma manta regularizadora, feita dos plásticos polietileno ou poliuretano. O produto pode ser instalado com cola ou com sistema de encaixe. É preciso deixar um espaço de dilatação entre as bordas do piso e a parede. E também vale à pena contratar um instalador, que pode avaliar o contrapiso.

 

Limpeza

O piso vinílico resiste a proliferação de bactérias. No dia a dia, e só varrer com uma vassoura de pelo ou passar um rodo com pano umedecido. Se quiser uma limpeza mais profunda, use tecido com água e sabão neutro.

Limpe o laminado com aspirador de pó ou vassoura de cerdas suaves – mas cuidado para não raspar a superfície. Depois passe um pano úmido com sabão neutro (torcer bem). Manchas exigem detergente e álcool. Tinta, verniz e graxa saem com querosene, tíner ou aguarrás.

 

Em qual ambientes instalá-los?

O piso vinílico funciona bem em áreas internas que não recebam sol intenso. Ótimas opções é instalar em quartos, devido a facilidade de limpeza e ambientes que precisem de mais conforto térmico. Esse piso é ideal quando se quer reformar rapidamente um ambiente ou deseja um revestimento fácil de limpar e instalar.

O laminado deixa o ambiente com mais sofisticação, vai bem em áreas com uma temperatura agradável.

 

Qual deles resiste mais a água?

O vinílico por mais que seja em Pvc não é indicado colocar em áreas úmidas e não pode molhá-lo.

O laminado padrão não pode entrar em contato com água, mas os Laminados da Quick Step já contêm resistência a água e a umidade sendo possível utilizar em banheiros, cozinha e lavanderia.

Os prós e contras de integrar a varanda à sala


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Com as moradias cada vez menores, as pessoas passaram a buscar saídas para ampliar do espaço, valorizando cada metro quadrado do empreendimento. O que inclui a área antes pouco aproveitada da varanda. Integrá-la aos ambientes vem sendo a solução mais indicada pelos arquitetos.

“Ao integrar os espaços, além de ganhar mais espaço, você une também as pessoas. Uma varanda gourmet com abertura para a sala, por exemplo, permite que você cozinhe ao mesmo tempo que interage com a família ou visitas”, afirma a arquiteta Fernanda Negrelli. Mas será que a saída é sempre uma boa ideia?

Antes de decidir pela obra é preciso entender que a varanda anexada precisará ser isolada do ambiente externo, para que exista maior controle sob forças da natureza como vento, chuva e sol, e isso poderá modificar a fachada do prédio. O que exige autorização prévia do condomímio.

Normalmente, o fechamento é feito com janelas ou placas de vidro, material que favorece o aumento da temperatura no ambiente e atrapalha a acústica. “O espaço pode virar uma miniestufa, se não houver maiores cuidados” afirma o arquiteto Ricardo Caminada, um dos sócios da Díptico Design de Interiores. Para contornar a situação, opte por vidros tratados, como o vidro duplo, que reduz a transmissão de calor e a propagação do som. Outra alternativa é fazer o revestimento acústico das paredes.

A vedação correta das janelas também é importante para evitar infiltrações de água e entradas de vento na área interna. Outros medidas a serem tomadas vão depender do uso que será feito do cômodo ampliado. “Se servir para aventuras gastronômicas, o indicado é que o material do piso seja de fácil limpeza, que não absorva gordura, por exemplo”, explica Fernanda. Nesses casos, prefira pisos frios, como porcelanatos, e evite revestimentos porosos, como o mármore.

Uma vez que o ambiente interno ganha maior visibilidade, é preciso cuidar para não perder privacidade, principalmente se a distância entre os edifícios for pequena. Neste caso, instale cortinas e persianas nas janelas (o que também ajudará a reduzir a incidência de luz e calor nos móveis). Para garantir mais aconchego, invista em tapetes e almofadas.

Com essas questões em mente, a resposta para decidir se o investimento vale ou não a pena está no estilo de vida do morador. “Eu, pessoalmente, gosto da varanda porque me dá a possibilidade de interagir com a atmosfera externa e isso se perde com a incorporação”, revela Ricardo. Mas se essa perda não causar incômodo e a prioridade for obter mais espaço dentro de casa, a opção se mostra válida. Para os que desejam um meio-termo, portas de correr, fohas de vidro móveis e janelas permitem modular a integração com o restante da casa ou a área externa conforme o interesse do momento.

Fonte: Delas.ig.com.br | Foto: Divulgação.

Pisos Paraná – Distribuidora de pisos laminados, vinílicos e carpetes.

Avenida Presidente Kennedy, n° 3571 – Água Verde

Telefone: (41) 3527-5032 

www.pisosparana.com.br

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Atendimento de segunda a sexta das 9h às 18h, e no sábado, das 9h às 13h.

Como limpar e conservar pisos vinílicos


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Recomendações gerais:

  • A frequência e o sistema de limpeza e conservação dependem da intensidade do tráfego na área. Este processo melhora a aparência do piso, aumenta a durabilidade e reduz o custo de conservação;
  • Para a limpeza diária, utilize enceradeira industrial com disco vermelho ou verde, com uma solução de água e detergente neutro;
  • A aplicação de cera na linha é obrigatória. Esse procedimento além de proporcionar brilho e maior proteção à superfície do piso, facilita a limpeza diária e periódica;
  • Não utilizar solventes e derivados de petróleo na limpeza do piso;
  • Aguardar 10 dias após a instalação para efetuar a lavagem do piso.

 

Limpeza inicial após a instalação observações:

  • Caso o ambiente onde o piso será instalado estiver em construção ou reforma, o piso deverá ser protegido com plástico bolha ou lona plástica até o final da obra;
  • Retirar resíduos, eliminar o pó e areia, utilizando uma vassoura, ou aspirador de pó;
  • Eliminar marcas de adesivo ou outras, utilizando detergente neutro com uma esponja macia;
  • Limpar cuidadosamente o piso com detergente neutro, mop-água ou pano úmido erodo;
  • Uma barreira de contenção eficaz na porta irá reter a maior parte da sujeira e partículas abrasivas, para essa finalidade o ideal é utilizar um capacho para três passos.

 

Limpeza e conservação manual:

  • Varrer o piso com vassoura de pelo;
  • Limpar o piso com detergente neutro diluído em água ou se existir cera no piso, utilizar um removedor neutro diluído conforme recomendações do fabricante.
  • Esfregar o piso nas áreas mais sujas com vassoura macia ou esponja de limpeza, e caso existam manchas localizadas difíceis de sair, utilizar o removedor novamente;
  • Enxaguar utilizando pano limpo e rodo e deixar secar totalmente;
  • Aplicar quatro camadas de cera acrílica impermeabilizante, uniformemente, deixando secar no mínimo 30 minutos entre cada camada. Após a última camada, esperar pelo menos duas horas e certificar-se de que o piso está totalmente seco antes de liberar o local para o tráfego;
  • Opcional: após secar, efetuar o polimento com enceradeira polidora e disco vermelho.

 

Limpeza e conservação mecanizada:

  • Varrer com vassoura de pelo;
  • Lavar o piso com detergente neutro diluído em água, utilizando enceradeira e disco vermelho ou verde ou se existir cera no piso, utilizar o removedor neutro diluído em água, utilizando disco preto;
  • Recolher a água com aspirador de líquidos ou enxaguar o piso com água limpa;
  • Aplicar quatro camadas de cera acrílica impermeabilizante,uniformemente, deixando secar no mínimo 30 minutos entre cada camada. Após a última camada, esperar pelo menos duas horas e certificar-se de que o piso está totalmente seco antes de liberar o local para o tráfego;
  • Opcional: após secar, efetuar o polimento com enceradeira polidora e disco vermelho.

 

Conservação manual diária e periódica

Diária:

  • Varrer o piso com vassoura de pelo;
  • Limpar o piso com detergente neutro diluído em água, utilizando pano e rodo.

Periódica:

  • Varrer o piso com vassoura de pelo;
  • Limpar o piso com detergente neutro seguindo as recomendações para a limpeza e conservação manual;
  • Aplicar uma ou duas camadas da cera acrílica impermeabilizante seguindo as recomendações para a limpeza e conservação manual;
  • Opcional: efetuar o polimento de acordo com a intensidade de tráfego do local com enceradeira polidora e disco vermelho com spray buffing.

 

Conservação mecanizada diária e periódica

Diária:

  • Varrer o piso com mop-pó ou vassoura de pelo;
  • Limpar o piso com detergente neutro diluído em água, utilizando pano e rodo.

Periódica:

  • Varrer o piso com vassoura de pelo;
  • Limpar o piso com detergente neutro seguindo as recomendações para a limpeza e conservação mecanizada;
  • Aplicar uma ou duas camadas de cera acrílica impermeabilizante seguindo as recomendações para a limpeza e conservação mecanizada;
  • Opcional: efetuar o polimento de acordo com a intensidade de tráfego do local com enceradeira polidora e disco vermelho com spray buffing.

Fonte: Blog.artesana.com.br | Foto: Divulgação.

 

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Como evitar que sua casa fique com o cheiro do seu animal de estimação


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Você ama seu bichinho de estimação, sem sombra de dúvidas. Mas essa escolha traz vários desafios, como manter a casa limpa e cheirosa. Independente do quanto você cuide dele, às vezes ele pode liberar odores não muito agradáveis. Não importa se ele marca território dentro de casa ou se é apegado a um cobertor bem fedido, há diversas soluções para reduzir, ou até mesmo acabar, com o mau cheiro.

1. Abuse do bicarbonato de sódio

Ele é um absorvente natural de odores, o que o torna melhor amigo do homem quando se trata de eliminar maus cheiros animais. Pode ser usado como um purificador natural de ar (deixe uma caixa aberta em cima de um balcão), além de conseguir remover cheiros de tecidos, móveis e caixas de areia.

Confira se o bicarbonato pode ser usado no tipo de tecido que deseja. Geralmente, ele não causa manchas nem estragos nas mobílias e tapetes, mas é melhor prevenir do que remediar. Espalhe um pouquinho de bicarbonato de sódio em uma área bem escondida do móvel ou da sala e depois aspire ou passe um paninho.

Espalhe bicarbonato de sódio na urina do animal. Assim que possível, limpe a urina com um pano e coloque bicarbonato em cima da área que ficou molhada. Deixe secar e então passe levemente uma toalha. De novo, deixe secar completamente e passe o aspirador de pó.

Misture bicarbonato de sódio na caixa de areia. Para isso, você pode precisar de alguns pacotes de bicarbonato. Forre a caixa com uma camada de bicarbonato antes de colocar a areia. Depois, se o seu gato não for muito sensível em relação à sua caixinha, espalhe mais um pouco de bicarbonato sobre a areia também. Isso fará com que absorva e neutralize outros maus cheiros.

2. Use um filtro HEPA e sempre troque os filtros do ar condicionado

Odores transportados pelo ar podem ficar presos nos filtros, recirculando pelo ambiente continuamente. Aliás, existem muitos donos de animais que se acostumam tanto ao cheiro do ambiente que nem percebem o mau cheiro animal que se impregnou na casa.

 

3. Use um neutralizador de odores para remover o odor e evitar que o animal marque território novamente

Apesar de sprays e velas aromáticas conseguirem ajudar a disfarçar o cheiro, a única maneira de reduzir os incidentes é eliminar a atração que o animal sente pelo local. Os animais marcam território fazendo xixi no mesmo lugar por que conseguem sentir o cheiro da urina que já esteve ali. Se você usar um neutralizador, diminuirá as chances do animal voltar àquela área e vai avançar na missão de acabar com os maus cheiros.

Limpe completamente os detritos animais. Não basta encharcar o tapete com um neutralizador, primeiro você deve limpar bem a superfície com água e toalhas de pano ou papel a fim de remover completamente a sujeira.
Você pode usar um aspirador de água para ter certeza que conseguiu limpar tudo. Não passe um vaporizador de água, isso pode fazer com que o cheiro penetre ainda mais no tapete ou no sofá.

Procure por lugares escondidos. A urina pode penetrar as superfícies e alcançar a área debaixo do tapete ou atrás do sofá. Você terá que levantar os tapetes para verificar se o cheiro está ali.

Use um neutralizador de odores de boa qualidade. Compre um produto que sirva especificamente para remover odores animais. Isso inclui não somente o xixi, mas fezes e vômito. Siga as instruções da embalagem.

4. Pinte as paredes da casa

Pode parecer uma atitude drástica, mas quando nada parece resolver o problema, pintar o interior da sua casa pode ser exatamente o que precisa ser feito.

Escolha um tinta lavável caso seus animais gostem de ficar deitados próximos à parede ou marquem território nos rodapés da casa. É possível que os resíduos animais possam estar criando cheiros que penetram no gesso ou na madeira.
Limpe as paredes com um produto enzimático antes de repintá-las. Fazer isso vai remover qualquer resquício de odor antes da pintura.

 

5. Limpe os brinquedos e pratos de comida pelo menos uma vez por semana

Além de borrifar todos os itens do seu animal com um produto não-tóxico e cheiroso, é bom também dar uma boa esfregada nesses objetos.

Lave os pratos de comida do animal com água quente. Lave os pratos do seu animalzinho da mesma forma que faz com os pratos da sua família. Verifique se o pote de água está limpo e cheio de água fresca e potável.

Lave os brinquedos na máquina de lavar. Se o seu animal adora bichos de pelúcia, pode colocá-los na máquina sem problema nenhum. Mas, antes de colocá-los na máquina, veja se estão rasgados, pois o enchimento pode vazar dentro da máquina. Se você achar que os brinquedos não podem ser lavados na máquina, tente limpá-los com o shampoo a seco usado que usa no seu animal.

Lave a cama e os locais onde o bichinho gosta de ficar. Alguns animais gostam de lugares específicos. Essas áreas devem ser lavadas e limpas frequentemente para não ficarem cheirando mal.

 

Dicas

Use aromatizadores sempre que aspirar seus tapetes (o que deve ser feito com frequencia)
Acenda vela aromáticas e coloque aromatizadores de ambiente quando estiver em casa.
Dê banho nos seus bichinhos pelo menos uma vez por semana. Você pode usar um shampoo com cheiro se ele deixar. Shampoos a seco são uma maneira de manter o animal cheiroso nos intervalos dos banhos.

 

Avisos

Não use produtos muito fortes ou tóxicos nos locais onde o animal costuma ficar. Eles podem irritar os olhos dele e muitas vezes são venenosos.

 

Fonte: Wikihow.com | Foto: Divulgação.

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O que pode tornar sua casa mais sustentável?


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Foto: Divulgação.

Que tal tornar sua casa um pouco mais sustentável? É possível e nem sempre caro. Ter uma casa mais amigável para o meio ambiente é possível, seja de forma global, seja com pequenas alternativas como fazer a compostagem domiciliar do lixo ou optar por válvulas de descarga com fluxos distintos para líquidos e sólidos. Faça a diferença!

Telhados verdes

Os telhados verdes podem ser compostos por vegetação como gramíneas e arbustos instalados no topo dos telhados das casas ou em lajes de concreto na cobertura de edifícios. A principal vantagem dessa tecnologia é a absorção de parte da radiação solar, o que reduz as ilhas de calor e aumenta a qualidade ambiental das cidades. A cobertura verde também melhora o isolamento térmico interno, o que possibilita temperaturas mais amenas no verão e, consequentemente, a menor necessidade de ar-condicionado e a economia de energia elétrica. Além disso, o isolamento acústico da edificação é melhorado e há uma contribuição para o aumento da biodiversidade na cidade e para a redução da poluição atmosférica.

Para quem deseja construir um telhado verde, há diferentes sistemas disponíveis no Brasil. Normalmente, eles são compostos por camada de impermeabilizante, manta geotêxtil, módulos de plástico reforçado, substrato e vegetação. Como referência, um módulo de instalação simples custa, em média, de R$ 50 (sem vegetação) a R$ 150/ m² (com vegetação). O valor é calculado por metro quadrado e a variação deve-se ao tipo de equipamento utilizado, às plantas escolhidas e à logística de instalação. Há também opções mais complexas, que incorporam cisterna para captação de água da chuva (cerca de R$ 190/ m² com vegetação) e minhocário para o tratamento de resíduos orgânicos (em torno de R$ 250/ m²).

Tintas ecológicas

São consideradas tintas ecológicas as formuladas com matérias-primas naturais, sem componentes sintéticos ou insumos derivados de petróleo. Um exemplo é a pintura a cal, também conhecida como caiação. Esse tipo de acabamento permite a difusão do vapor d’água (ou ‘respiração’) da parede, porém tem baixa viscosidade, ou seja, escorre e respinga durante a aplicação, apresentando aspecto “manchado” em dias de chuva. Fácil de executar, a caiação custa menos do que a pintura convencional com tintas sintéticas: para ter uma ideia, um saco de cal (oito quilos) custa cerca de R$ 10 e é o suficiente para cobrir 40 m² por demão.

Há, também, as tintas sintéticas livres de compostos orgânicos voláteis (COVs), elas não liberam hidrocarbonetos aromáticos agressores à camada de ozônio e à saúde de quem as manipula. Porém, antes de adquirir esses produtos, vale conferir se não há o emprego de metais pesados em sua composição, pois eles também fazem mal à saúde e ao ambiente. Também é necessário ter atenção para não cair no apelo de marketing de alguns fabricantes: produtos sem cheiro e à base de água podem ser ótimos em vários aspectos, mas não necessariamente estão livres de componentes tóxicos. São poucos os fabricantes no Brasil que trabalham com tintas efetivamente sem COV. Até por isso, esses produtos chegam a custar o dobro das tintas convencionais: uma lata de 3,6 litros sai por cerca de R$ 100.
Iluminação LED

Apontados como o grande salto tecnológico na área de iluminação dos últimos anos, os LEDs (light emitting diode) podem substituir lâmpadas incandescentes e fluorescentes com vantagens ecológicas. Os LEDs são dispositivos eletrônicos feitos a partir de um bulbo de material semicondutor. Quando o sistema recebe a corrente elétrica, os elétrons do semicondutor são excitados, liberando energia na forma de luz. Uma lâmpada com LEDs de alta luminosidade consome em torno 8 W para atingir a mesma emissão luminosa de uma incandescente de 60 W. Além disso, os LEDs não contêm metais pesados e têm vida útil 40 vezes maior que a da incandescente comum. Em comparação com uma lâmpada fluorescente tubular de 40 W, uma unidade com tecnologia LED de 12 W também sai na frente no quesito economia: são cerca de 28 W/ hora.

Hoje em dia é simples aderir ao uso de LEDs, pois grande parte dos modelos oferecidos não exigem a troca de soquete. A restrição ao uso dessa alternativa ainda é o preço. Embora a indústria ofereça uma gama cada vez maior de dispositivos, uma boa lâmpada LED pode custar até sete vezes mais que uma equivalente fluorescente compacta. Trocando em números, a lâmpada LED de 7 W custa entre R$ 40 e R$ 50, enquanto a equivalente fluorescente compacta sai por cerca de R$ 15. Todavia, se feitos os cálculos a longo prazo, a substituição pode se pagar em poucos meses, devido à redução da conta de energia elétrica.

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Foto: Divulgação.

Reúso de água de chuva

A variedade de sistemas para captar e reaproveitar a água das chuvas é crescente. No geral, eles são compostos por um filtro, reservatório ou caixa d’ água, clorador e bomba, mas o conjunto depende do uso que se fará do líquido captado. Em princípio, qualquer casa com um telhado está apta a receber esse tipo de tecnologia, o que pode ser feito, inclusive, pelo próprio morador ou por um encanador. As vantagens associadas ao reuso de água da chuva são várias, desde a redução no valor da conta à contribuição no combate às enchentes. Os sistemas tendem a adaptar-se às calhas e aos condutores já existentes no telhado, porém, quando a intenção é utilizar a água pluvial para descargas, pode ser necessário mexer na cobertura e na hidráulica. O preço dos kits para reaproveitamento da água da chuva varia em função do tamanho e da complexidade da tecnologia, girando entre R$ 250 e R$ 1,5 mil (para telhados de 50 a 200 m²). Mas estima-se que o retorno do valor investido ocorra em um intervalo entre dois e cinco anos.

Compostagem doméstica

A compostagem permite que parte dos resíduos orgânicos produzidos em uma casa possa ser transformada em composto orgânico para adubação de plantas. A prática, simples e que requer baixo investimento, contribui para a redução das emissões de gás metano na atmosfera e para minimizar a sobrecarga de lixões e aterros urbanos. Para criar uma mini estação de tratamento de lixo em casa é preciso de uma composteira (recipiente no qual serão armazenadas as sobras orgânicas) de plástico ou madeira. Também podem ser usadas minhocas para acelerar o processo. Algumas associações ecológicas vendem sistemas de compostagem doméstica já prontas com minhocas, composto e serragem. Os preços variam de acordo com o tamanho do apetrecho, mas partem de R$ 160.

Geração de energia solar

Os sistemas de geração de energia solar são aliados importantes para quem quer ter uma casa mais sustentável: comumente, a tecnologia é utilizada para suprir parte da energia consumida e requer alguns cuidados, além de um investimento inicial que pode ser vultoso. Os equipamentos são compostos por placas fotovoltaicas de silício cristalino, controladores de carga, inversores e baterias estacionárias. A quantidade de painéis instalados no telhado deve ser dimensionada de acordo com cada caso. Recomenda-se que o projeto e a instalação sejam feitos por profissionais especializados.

Uma limitação desse sistema é a inconstância, já que a produção varia de acordo com a luminosidade. O custo do equipamento depende do seu tamanho e dos elementos técnicos selecionados, variáveis em função das características do local da instalação. Para o consumo médio de uma residência (250 kWh/ mês) é necessário um investimento de aproximadamente R$ 20 mil para a aquisição de painéis solares e demais componentes.

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Foto: Divulgação.

Materiais reciclados e madeira certificada

A construção ou reforma de uma casa pode utilizar uma série de materiais reciclados ou que geram menor impacto ambiental. Alguns exemplos são o emprego de madeira de demolição para a fabricação de portas e janelas; de tijolos de demolição para paginação de pisos ou paredes e de madeiras de reflorestamento que apresentam rápido crescimento, como o eucalipto, para a composição de peças estruturais. Aliás, a madeira é uma questão importante para a casa: ela compõem estruturas e mobiliário, portanto, sua procedência deve ser verificada. O uso de madeira legalizada é obrigatório, mas ao classificá-la dessa forma, apenas indica-se que a extração é autorizada por órgãos ambientais. Ou seja, a denominação “madeira legal” não significa que sua produção/ extração seja ambientalmente correta.

Para saber se a madeira é resultado do manejo não predatório da floresta, busque pelos selos de certificação que identificam que o produto é oriundo do bom manejo florestal. É o caso do FSC Brasil (Conselho Brasileiro de Manejo Florestal) e do Cerflor (Programa Brasileiro de Certificação Florestal). Em comparação com a madeira legalizada, a madeira certificada é mais cara (cerca de 8%). Mas um móvel feito com madeira certificada não precisa, necessariamente, custar mais. É possível comprar madeira certificada pelo mesmo preço da madeira legal, dependendo das condições de negociação, entrega e compromisso de relações de longo prazo.

 

Dispositivos economizadores de água para torneiras e vasos sanitários

Há uma série de equipamentos e dispositivos que podem ser utilizados nas residências e que minimizam o desperdício de água, sem comprometimento do conforto e da funcionalidade. Um exemplo são as torneiras com temporizadores e sensores, capazes de reduzir em até 40% o consumo. Há, também, os acessórios que limitam a vazão de torneiras de banheiros e cozinhas, atingindo uma economia de 50% a 70%: a boa notícia é que um arejador custa em média R$ 5 reais e pode ser facilmente acoplado a qualquer modelo.

Desde 2003, todos os vasos sanitários fabricados a partir daquele ano necessitam apenas de seis litros de água para uma descarga completa, uma evolução significativa, uma vez que a norma anterior previa 12 litros para a mesma função. Todavia, tal progresso não ocorreu nas válvulas de fluxo mecânicas, justamente o equipamento que libera a água. Uma alternativa é adaptar a válvula de descarga convencional para o modelo de dois fluxos: um para descarga parcial, com consumo de três litros de água, e outro para a completa, com vazão de seis litros. Esse tipo de produto permite uma economia de 30% de água por ciclo de descarga em relação aos modelos mais antigos. O preço do kit adaptador gira em torno de R$ 160. Já o conversor “dual flush” para uma caixa acoplada existente sai por R$ 75, aproximadamente, e pode ser facilmente encontrada em “home centers”.
Arquitetura bioclimática

Um projeto de arquitetura pode, e deve, ser desenvolvido explorando as condições de insolação e ventilação de modo a economizar energia e a proporcionar conforto aos usuários. A mais elementar das estratégias utilizadas nesse sentido é a ventilação cruzada, promovida quando as aberturas de portas e janelas são posicionadas em paredes opostas ou adjacentes no ambiente, favorecendo a circulação do ar. A ventilação natural pode também ser feita também pelo chamado efeito chaminé, que ocorre por conta da diferença de densidade entre ar quente e frio. Para tirar proveito desse princípio, a construção deve ter pequenas aberturas instaladas próximas ao piso, para a entrada de ar, e outras mais altas (no teto ou nas paredes) para a exaustão. A ideia é permitir que o ar quente suba e busque saída pelo ponto mais alto do ambiente, aumentando a entrada de ar mais frio pelas aberturas inferiores. Também é válido evitar a incidência da radiação solar direta na casa e, assim, diminuir a necessidade de resfriamento artificial. Para isso, a arquitetura pode prever proteções solares das aberturas a fim de garantir algum sombreamento através de persianas externas, beirais e brises.

 

Vedação eficaz

As esquadrias são componentes fundamentais para assegurar o isolamento térmico e acústico a uma casa e, consequentemente, aumentar a sua eficiência energética. No inverno, por exemplo, frestas indevidas nas janelas podem tornar o ambiente mais frio e exigir aquecimento artificial. Há diversos materiais disponíveis para a estruturação das esquadrias (alumínio, madeira, PVC) e com preços variados. O mais importante é que o sistema vede efetivamente e que seja dimensionado de acordo com as condições locais de exposição ao vento. No caso das esquadrias feitas de madeira, por exemplo, é importante a opção por um lenho de boa qualidade (como a teca e a itaúba), com resistência às intempéries.

* Observação: os preços foram pesquisados em agosto de 2014 e podem sofrer variações.

Fonte: Uol.com.br

Novas regras para reformar exigem aval de especialista


reforma

Foto: Shutterstock

Quem for reformar casa ou apartamento terá de seguir novas regras estabelecidas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). A principal novidade é que todas as reformas deverão passar pelo crivo de um arquiteto ou engenheiro. Isso vale tanto para imóveis residenciais quanto comerciais, antigos ou novos, tanto para área interna quanto para área externa.

O objetivo é garantir a segurança do morador, dos funcionários que trabalharão na reforma e dos vizinhos. “Todo mundo acha que pode construir e reformar, fazer do seu jeito. Mas a saúde do edifício é como a saúde de uma pessoa. Quando você está doente, vai procurar um médico, não?”, compara Jerônimo Cabral, relator da norma (chamada 16.280:2014) e diretor do Instituto de Engenharia.

As novas regras começaram a ser concebidas pouco depois do desabamento do edifício Liberdade, no Rio de Janeiro, que estava em reforma. Ele caiu, derrubou dois prédios vizinhos e matou 17 pessoas. “A maior parte das obras e reformas que a gente vê por aí não tem acompanhamento nem plano de trabalho. Elas acabam sendo feitas com o ‘olhômetro’ do pedreiro”, afirma Flavio Figueiredo, Conselheiro do Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia de São Paulo (Ibape-SP) e diretor da Figueiredo & Associados.

A norma não tem força de lei – um morador não será multado por desrespeitá-la. Porém, se a reforma provocar algum tipo de dano (uma queda de parede que derrubar a do vizinho, alguém se machucar gravemente porque o piso estava mal colocado, o teto cair e matar alguém), o descumprimento das regras pode ser um agravante e provavelmente será levado em conta numa decisão judicial.

Mesmo reformas pequenas, como troca de piso, vão precisar de um laudo assinado por um arquiteto ou engenheiro. Alguns pontos ainda são controversos. Pintura de paredes, por exemplo, precisam de respaldo técnico? Cabral diz que toda mudança na casa ou no apartamento deve ter autorização de um engenheiro ou arquiteto. Já Figueiredo faz uma distinção. A norma não fala somente de mudanças estruturais, fala de reformas de forma genérica. A pintura configura manutenção. Troca de piso e troca de caixilhos entraria em reforma”, comenta. “O mais indicado é chamar um profissional que vai dizer se é necessário ou não fazer o acompanhamento mais de perto da obra.”

As regras visam controlar o andamento de uma obra de reforma antes, durante e depois de seu acontecimento. Para isso, num prédio ou condomínio, o morador precisa apresentar o escopo de projeto ao síndico. Assim, ele saberá tudo o que será feito, por que pessoas, quanto tempo vai durar a obra e entre que dias e horários ela vai operar. E ele é que decide se a reforma é aprovada ou não.

“Se o morador mudar de ideia no meio do caminho, deve reeditar o escopo de trabalho e submeter ao síndico novamente”, diz Ricardo Pina.

Para Valter Caldana, diretor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Presbiteriana Mackenzie, essa necessidade de detalhamento é boa para o morador. “A obra não vai mudar no meio do caminho, é menos provável que estoure prazo e orçamento.”

“Ter a obra legalizada e dentro das normas é uma vantagem para o dono da obra ele gasta o imprescindível. Quanto você faz a coisa por conta, você dosa os produtos com mais abundância, com medo de faltar ou de errar. O ritmo profissional faz com que você gaste menos”, avalia Sergio Meira de Castro Neto, diretor de Condomínios da vice-presidência de Administração Imobiliária e Condomínios do Secovi-SP (Sindicato da Habitação).

Fonte: Terra.com.br

Fuja de 8 erros comuns na decoração de apartamentos pequenos


parede

Foto: Divulgação.

 

Os apartamentos estão cada vez menores e, por consequência, mais difíceis de decorar com praticidade, conforto e beleza. No entanto, antes de desanimar, saiba que é possível, com pequenos truques, criar um aspecto de amplitude e ainda organizar o espaço de maneira funcional.

Com a ajuda das arquitetas Cristiane Schiavoni e Claudia Macedo, o Terra listou os oito principais erros cometidos na decoração de apartamentos pequenos. Entre os principais, estão cores muito escuras e móveis grandes sem planejamento. As especialistas também dão dicas de como driblar a falta de espaço sem abrir mão do conforto e do charme.

1. Usar cores escuras

Cores claras são aliadas de ambientes pequenos porque ajudam a dar a sensação de amplitude. Excesso de cores escuras, por sua vez, tem efeito contrário e indesejado: aspecto ainda menor. Isso não significa que tem que ser algo monocromático, sem elementos de destaque. A solução pode ser deixar tons escuros para alguns móveis ou objetos, como almofadas, esculturas ou quadros. Ou ainda eleger uma parede para receber a cor viva, como mostra o projeto da foto, assinado pela arquiteta Cristiane.

 

2. Apostar em móveis grandes

Por mais que sonhe com um sofá enorme, não adianta tentar colocá-lo em um ambiente pequeno porque vai atrapalhar a circulação e pode nem caber. Seja realista, meça o espaço antes de comprar qualquer item, como mesa, cama ou poltrona, e aposte em móveis planejados. Deixe sobrar espaço para circulação, ou seja, pelo menos 60 cm livres entre os móveis, segundo a arquiteta Claudia. “Os móveis têm que ser o mais simples possível. Em alguns casos, alguns dispensam até mesmo o puxador, ajudando ainda mais”, explicou. A arquiteta apostou nessas dicas para decorar a sala da foto, com móvel de MDF laqueado de pintura automotiva metálica em prata e gavetões sem puxadores.

 

3. Exagerar na quantidade de objetos

Tudo em excesso pode comprometer o espaço, segundo a arquiteta Claudia. “Precisa ser muito bem planejado para que não carregue o ambiente”, comentou. Portanto, moderação é a palavra de ordem. Eleja peças de destaque, que representem sua personalidade e estilo. Para quem gosta de mais detalhes, Cristiane considera que uma grande quantidade de itens pode não pesar no ambiente, desde que sejam leves, com cores suaves ou feitos de vidro. Na foto, os objetos escolhidos ganham destaque em nichos, no projeto da UMM Arquitetura.

 

4. Usar diferentes tipos de piso

Muitos tipos de piso recortam os ambientes e criam a sensação de que o espaço é ainda menor. “Um mesmo piso dá mais amplitude, sem delimitação de espaço”, disse Cristiane. Na foto, empresa AH! SIM propôs piso amadeirado igual para sala, cozinha e quartos, que compôs com as cores claras e conferiu sensação de aconchego e tranquilidade.

 

5. Não apostar em móveis funcionais

Ocupar menos espaço sem perder a praticidade e o aconchego é a proposta ideal para decorar ambientes pequenos. E, para isso, os móveis que têm duas ou mais funções são uma boa pedida. A arquiteta Cristiane sugere opções como sofás que viram cama e bancadas escondidas dentro de armários. No ambiente da foto, as arquitetas Agnes Manso e Alice Miglorancia, do Studio SM2, retiraram as duas portas de correr e criaram um armário com painel para TV giratório, que atende à sala de estar e ao quarto.

 

6. Escolher mesa de centro que atrapalha a circulação

Por mais que goste de uma mesa de centro, se ela atrapalhar a circulação, é uma “furada”. Toda hora vão esbarrar na peça, o que pode machucar e ainda derrubar o que estiver sobre ela. Como a arquiteta Claudia alertou, o espaço de circulação deve ter, no mínimo, 60 cm. Caso contrário, a opção mais interessante pode ser uma mesa lateral. “Quando necessário, uma mesa lateral pode virar uma mesa de centro, a mesa de centro pode ficar debaixo de algum aparador também”, sugeriu a arquiteta. Na foto, o projeto idealizado pelo escritório de arquitetura Sesso & Dalanezi apostou em mesinha ao lado do sofá. Em algumas ocasiões, ela pode até ser colocada no centro para servir de apoio.
7. Não investir em ambientes integrados

A eliminação de paredes otimiza o espaço e confere amplitude visual. Portanto, se a estrutura permitir, integre os ambientes. A área social da foto, por exemplo, tem 19,90 m² e une sala de TV e cozinha. A arquiteta Claudia apostou em cinza como o tom predominante e o móvel amarelo delimita a área da cozinha e acomoda os itens de lavanderia, como balde e vassoura.

 

8. Não apostar em espelhos

Espelhos conferem aspecto maior aos ambientes. Portanto, abrir mão deles em um apartamento pequeno pode ser um erro. “Mas é preciso que o espelho seja inteiro, não adianta colocar um monte de quadros com espelhos, pois só criarão uma confusão visual”, alertou a arquiteta Cristiane. “Para escolher um lugar, é importante que a parede oposta tenha o que se quer destacar”, acrescentou Claudia. A suíte do estúdio de 37 m² da foto, que é integrada à cozinha e à sala de jantar e conta com uma TV giratória, recebeu espelho grande na parede da cama para ampliar o espaço. A proposta é do escritório de arquitetura Sesso & Dalanezi

 

Fonte: Terra.com.br

Vapt-vupt: como deixar a casa ‘nos trinques’ em 7 passos


Robot doing household work vacuuming carpet

 

Foto: Divulgação.

Tem uma visita inesperada ou simplesmente não teve tempo pra dar aquele talento na casa antes do jantar entre amigos? Enquanto não inventaram fada-madrinhas, o jeito é se jogar na limpeza sem perder tempo.

1- O primeiro passo é começar a organização pelos cômodos mais afastados e não por aqueles que você terá que passar depois. Se sua casa tiver andar superior, comece pela parte de cima e depois limpe a de baixo.

2- Selecione os produtos que irá utilizar em cada cômodo, isso ajudará a ganhar mais tempo.

3- No quartos, arrume primeiro as camas. Dobre e guarde edredons e cobertores, estenda o lençol e ajeite os travesseiros sobre a cama. Se houver sapatos no chão e roupas penduradas, guarde-os.

4- A sala é o cômodo mais visto por todos, por isso a limpeza deve ser caprichada. Papéis, revistas e jornais velhos devem ser jogados fora. Em seguida, ajeite os controles remotos, enfeites e almofadas tudo em seu devido lugar.

5- Depois dessa fase da organização, comece efetivamente a limpeza varrendo ou passando um aspirador no chão. Após essa etapa, retire o pó dos móveis com uma flanela úmida para evitar que ele se espalhe. Para finalizar, passe um pano úmido no chão com o produto de sua preferência.

6- Na cozinha, limpe a parte superior do fogão com desengordurante e bucha macia para não arranhar. Lave toda a louça e limpe a geladeira por fora usando uma flanela com álcool. Depois varra o chão e finalize lavando e esfregando o piso para retirar as sujeiras mais pesadas.

7- A limpeza do banheiro requer cuidado especial. Reserve buchas, escovas e panos para uso exclusivo nessa parte da casa. Antes de tudo, varra o chão e retire o cesto de lixo. Na pia, utilize esponja com sabão para retirar as manchas de pastas de dente. Esfregue o vaso sanitário com um escovão e cloro e depois limpe a tampa. Para finalizar, lave o chão e os azulejos com sabão e produtos desinfetantes. Por fim, retire os fios de cabelo presos no ralo.

Fonte: Terra.com.br

7 sinais de que sua casa precisa de uma reforma


reforma

Nem sempre os sinais de que a casa está pedindo uma reforma são tão visíveis aos olhos, por isso as arquitetas Aline e Denise Bernacki, da Bernacki Arquitetura, prepararam uma lista com sete situações que devem ser observadas para que ela possa ser planejada, evitando custos desnecessários e não programados.

1º – Infiltração: É o primeiro indício de problema na construção. Acontece tanto em apartamentos, como em casas e seus sinais mais comuns são o mofo, escurecimento ou estufamento das paredes, queda de azulejos, pisos levantados ou descolados. Ela pode vir do piso, das paredes ou do teto e, se não resolvida, pode chegar a danificar estruturas. “Evitar a infiltração é mais simples do que combatê-la, por isso, quando a reforma for realizada, é importante que os devidos cuidados sejam tomados para evitar retrabalho futuro”, explica a arquiteta Denise Bernacki.

2º – Instalações: Podem levar a sérios problemas, mas sua “validade” varia muito de acordo com a construção e qualidade dos produtos utilizados durante a execução do projeto. As instalações envolvem fiação elétrica, estrutura hidráulica, ar-condicionado e automação. Casos de curto circuito e quedas repentinas de chave elétrica, por exemplo, podem ser indicadores de que a fiação é muito fina, antiga ou que o quadro de energia não está mais dando conta da demanda da residência, principalmente quando o imóvel é mais antigo e passou a ter uso de mais equipamentos eletrônicos, nesses casos, é recomendada a troca da fiação para evitar acidentes graves e até mesmo incêndios. Canos estourados ou retorno de água pelo ralo indicam que está na hora de reformar a parte hidráulica do imóvel, “quando esses problemas começam a aparecer, o ideal é aproveitar e fazer uma transformação geral para aproveitar o quebra-quebra”, completa a arquiteta Aline Bernacki. A necessidade ou desejo de instalar ar-condicionado ou de automatização também pedem por reforma, pois necessitam alguns ajustes estruturais e técnicos para sua viabilização.

3º – Esquadrias: Com o tempo é normal que, além das perdas estética, elas comecem a emperrar ou não estejam mais isolando e protegendo o interior do imóvel. Ao trocá-las, o ideal é investir em esquadrias mais novas, de fácil manutenção, com vidro duplo para isolamento térmico e sonoro, por exemplo. “Manter as esquadrias em bom estado é essencial para a segurança e conforto dos moradores e da estrutura, além de valorizar muito o imóvel e sua fachada”, explicam as arquitetas.

4º – Acabamentos: Pisos e pinturas naturalmente desgastam com o tempo e esse é mais um sinal da necessidade de uma reforma, assim como a troca de louças, telhado, revestimentos, papel de parede, etc. Essas mudanças podem vir acompanhadas de outros motivos para reformar ou ainda para repaginar totalmente o imóvel, mas é importante lembrar que a manutenção é sempre mais fácil e econômica do que a substituição desses acabamentos, como os pisos de taquinhos, tipo parquet, que são de excelente qualidade, bom gosto e valorizam o imóvel, mas se sua manutenção for deixada de lado começam a descolar e devem ser trocados.

5º – Compra do imóvel: Quem nunca achou um imóvel “quase” dos sonhos? Localização perfeita, espaço ótimo e até área externa, mas a sala é muito pequena ou é antiga. É normal que isso aconteça e nesse momento uma reforma é sempre bem-vinda para adaptar a residência à necessidade do comprador. É possível quebrar paredes para ampliar a sala, por exemplo, ou ainda trocar a fiação elétrica de um apartamento antigo antes da mudança.

6º – Estilo arquitetônico: Enjoar daquele estilo ou achar que algo não tem mais o seu perfil também são ótimos motivos para reformar. O imóvel pode ser completamente repaginado, por que não? A reforma contempla principalmente mudança na decoração e no revestimento. “Na hora de vender um imóvel, esse tipo de reforma também pode ajudar muito a valorizá-lo”, dão a dica as arquitetas.

7º – Estilo de vida: Bebês nascem, filhos saem de casa, mas seus quartos continuam lá ou ainda nunca foram planejados. A mudança do estilo e situação de vida dos moradores também pode pedir uma reforma para adaptar e renovar os ambientes. “Quando um filho sai de casa, você pode transformar seu quarto em um escritório ou sala de televisão, por exemplo. São essas mudanças que fazem com que a residência seja tão dinâmica e viva quanto seus moradores”, completam as arquitetas Bernacki.